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Novo momento da Pepsi no Brasil

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Marca investe no jovem aberto a experimentar

A Pepsi está apostando no novo perfil do consumidor para sair da incômoda participação de 10% no mercado brasileiro para patamares maiores. A empresa enxergou no jovem de hoje, disposto a experimentar e a quebrar paradigmas, uma saída para mudar a tradição imposta por sua maior concorrente, a Coca-Cola. Acostumados a beber o refrigerante mais vendido do mundo, as gerações anteriores criaram uma barreira para o crescimento da Pepsi no Brasil. Agora, o cenário, acredita a companhia, é outro e muito propício para uma guinada.

Multitarefa, conectado e aberto a novas experiências, o jovem do século XXI é o principal foco da marca, que acaba de lançar uma nova plataforma de comunicação assumindo que pode ser uma boa escolha. A campanha desenvolvida a partir de uma pesquisa em bares e restaurantes pela AlmapBBDO mostra um garçom dizendo que só tem Pepsi e perguntando: “Pode ser?”. A estratégia é utilizar um fato que já acontece no dia a dia para quebrar os velhos hábitos. “Estamos fazendo isso de uma forma verdadeira e corajosa”, afirma Andrea Alvares, vice-presidente de Marketing da PepsiCo.

A marca espera se alinhar à autenticidade do jovem ao se apropriar do que acontece na vida real, no ponto de venda. “A pergunta que todo mundo já ouviu de um garçom vira campanha da Pepsi”, escreveu Marcelo Serpa, Sócio-presidente e Diretor de Criação da AlmapBBDO, em seu Twitter. “Queremos reverter a situação. Pegamos uma ocasião de fraqueza para transformá-lo num momento bom”, aponta, desta vez ao vivo, durante apresentação da campanha. “É bom usar a realidade e a verdade a seu favor no mundo das marcas verdadeiras e transparentes”, completa.

Consumer Engagement
Com isso, a Pepsi quer mudar o hábito no momento da pedida e dobrar o percentual de consideração pela marca. Ela parte do princípio de que o refrigerante já é conhecido e sonha com a preferência do consumidor. A companhia busca agora atingir pessoas que querem arriscar, variar e somar novas histórias à vida. Este perfil foi identificado depois do trabalho do departamento de Consumer Engagement, criado no Brasil no começo deste ano, o segundo no mundo depois dos Estados Unidos.

A missão da área é captar as tendências e levar para dentro da empresa. Primeiro, um diagnóstico do mercado é preparado para que na sequência sejam elaboradas as estratégias e o plano de ação. Neste trabalho, ficou claro que a Pepsi precisava criar uma conexão com o consumidor de forma mais próxima. Era preciso também que os esforços de comunicação deixassem de ser esporádicos.

Para o que a empresa chama de um novo momento da marca no Brasil, estão programados ainda o aumento da produção e da distribuição, realizada em parceria com a Ambev, comunicação no ponto de venda, ações de engajamento em redes sociais, promoção da marca por meio de conteúdo em revistas e de relacionamento em festas para jovens. “Acreditamos que agora vai”, diz Andrea Alvares, vice-presidente de Marketing da PepsiCo.

Fonte: MM – em 25.10.2010

3 Comentários»

  Jorge de Deus wrote @

Péssima campanha. Eles colocaram a marca como se fosse qualquer coisa e isso é inaceitável, não se coloca uma marca de renome, consolidada no mercado como qualquer coisa. Aínda que tenha uma perda considerável de fatia no mercado. Erraram feio, que agencia é essa? Quando dizem: ” Pode ser” Quer dizer que corre o risco, não se tem certeza se é boa e não gera confiança.

  conexaocentral wrote @

Jorge, entendo e chego a concordar com esta opnião.
Porém realmente acredito que “pode ser” assertiva esta ação… Tudo irá depender da continuidade. Até acho que o tempo de lançar algo de continuidade já chegou. Pois devido ao baixo share da Pepsi no Brasil, foi muito corajoso e verdadeiro tratar da realizade com tanta dignidade.
Mas realmente, se ficar apenas nisso, nada mudará!

O que acha Jorge?

  JORGE DE DEUS wrote @

Ao vendermos um produto temos que conhecê – lo bem, nunca podemos tentar empurrar algo que outros nos indicam e nós mesmos pessoalmente não o conhecemos. Certa vez Roberto Justus disse: “Eu não consigo vender aquilo que eu não compro.”
Temos que comprar a idéia, vivê – la e mais … Estar na essencia dela. É o vestir a camisa mas cuidar dela com carinho em toda sua vida útil. Isso gera confiança, credibilidade e consolidação. Não devemos ser uma opção porque os outros não podem ser úteis mas pela nossa competência, seriedade responsabilidade e Nohall. Sempre trazendo inovação com identidade própria, consciência e pé no chão acima de tudo.

Feliz Ano Novo a todos! Jorge de Deus – Action Maker


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