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Design – Case 3 | A REINVENÇÃO DO CABIDE

[tweetmeme source=”@comCENTRAL” only_single=false] Marcos Toma, sócio da Poly Play: 10 produtos assinados por designers e vários premiados ajudaram a quadruplicar o faturamento.
 
 
A REINVENÇÃO DO CABIDE
 
Marcos Toma, sócio da Poly Play: 10 produtos assinados por designers e vários premiados ajudaram a quadruplicar o faturamento
Um cabide que não deforma camisetas, o Zig Zag; outro que dribla a falta de espaço no varal e facilita a passagem das roupas, o Quará. Esses são dois dos produtos com design premiado lançados pela Poly Play, empresa nascida em 2004, na incubadora de Santa Bárbara d’Oeste (SP). Medalhas de bronze em duas edições do Idea Brasil Design, os lançamentos abriram as portas de importantes redes de varejo do país, como a Tok & Stok e a Etna. “No nosso caso, design premiado virou sinônimo de bons negócios, pois até então não tínhamos fechado nenhum pedido fora dos supermercados”, diz Marcos Toma, 40 anos, sócio da Poly Play.

Fugir do lugar-comum em um mercado de produtos triviais foi a intenção desde o começo. “Abrimos a empresa com um único produto: um prendedor de roupas colorido”, lembra Toma. “Insistimos por quase três anos nessa receita, por teimosia.” Foi com a ajuda do Instituto ParqTec de Design, de São Carlos, que a Poly Play concebeu os primeiros artigos com funcionalidade e apelo visual: dois suportes de varal e a linha de prendedores de roupa divertidos. Cada projeto custou R$ 15 mil e teve 50% de subsídio da incubadora.

Hoje, dos 18 produtos da marca, dez são criados por designers. “O bom projeto rompe barreiras, alavanca vendas e agrega valor ao produto. Enquanto a concorrência vende cinco cabides por R$ 1, o nosso custa R$ 4,99 o par. O faturamento subiu de R$ 250 mil para R$ 1 milhão em pouco mais de três anos.”
 

Em média, um projeto de design de produto pode levar de seis meses a dois anos para ser concluído. Os custos começam a partir de R$ 15 mil e podem chegar à casa do milhão, somando-se criação, desenho, moldes, protótipos e a primeira produção. Hoje, porém, já é possível dividir esse investimento com entidades como o Sebrae -, que, por meio do SebraeTec chega a subsidiar até 80% do investimento total. Ou, ainda, ter acesso facilitado a linhas de crédito de fomento à inovação, como o fundo Finep e o Cartão BNDES.

 

Mais 2 Cases de como o Design gera resultados.
Acompanhe os próximos 2 posts com cases divulgados pela PEGN em 30.07.2010.

Saiba com a comCENTRAL para inovar em design, gerando resultados em seu negócio.

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