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Como abrir uma empresa na internet

O mundo dos negócios virtuais nunca foi tão atraente. Saiba como pegar essa onda – sem tomar um caldo

Vamos aos fatos.

1. Atualmente, só cinco países concentram metade dos usuários de internet em todo o mundo. O Brasil está entre eles. São 67,5 milhões de pessoas com mais de 16 anos que a-cessam a rede em suas casas, no trabalho, nas escolas, em lan houses, bibliotecas e telecentros. Destas, 17,6 milhões consumiram produtos e serviços pela rede no ano passado ? um aumento de 33% em apenas um ano.
2. Até o fim de 2010, a previsão é de que23 milhões de internautas com-prem na rede. É um crescimento excepcional. Cinco anos atrás, os e-clientes não passavam de cin-co milhões.
3. Em 2009, o varejo eletrônico no país teve alta de 30%, e o tíquete médio foi de R$335.
4. O número de usuários de redes sociais cresceu 32% no ano passado. Nesse mesmo pe-ríodo, a quantidade de pessoas que se relacionaram dessa forma na web no mundo ultrapassou o número daquelas que preferiram emails: cerca de 860 milhões contra 800 milhões.
5. O tempo gasto pelas pessoas nas redes sociais é bem maior do que lendo suas mensagens eletrônicas: cerca de 200 minutos por mês contra 125 minutos.
6. A receita de publicidade gerada na rede em 2009 teve alta de 35%. Foi de R$ 950,4 milhões.
7. Neste ano, espera-se que o faturamento na rede no país alcance notáveis R$ 13,6 bilhões.

Fatos e números em ebulição não deixam dúvida: o país vive hoje um excelente momento para a abertura de negócios virtuais. A distância até o sucesso, no entanto, não é de apenas um clique. “Não é tão simples como parece. A tecnologia tem suas particularidades. Um empresário que se dá bem no varejo, por exemplo, nem sempre obtém sucesso no ambiente virtual. Existem hoje muitas oportunidades, mas também muitos riscos”, alerta o consultor Gastão Mattos, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara e-net). Pesquisa conduzida pela entidade em vários estados brasi-leiros há dois anos mostrou que, do total de empreendimentos abertos naquela época, apenas um terço estava em funcionamento um ano depois. As principais falhas que levaram à morte dessas empresas foram consecutivos erros no planejamento, em marketing, tecnologia apropriada, meios de pagamento e logística.

Pequenas Empresas & Grandes Negócios esquadrinhou as atividades de gente que vem dando cer-to em três áreas: e-commerce, portais de informação e redes sociais. Todos admitem ter cometido erros em alguma daquelas frentes. As sócias Daniela Buono, 36 anos, Kátia Raele, 34, Roberta Macinkolski, 36, criadoras do recém-lançado site www.ciadasmaes.com.br, de roupas e móveis para bebês, confessam ter subestimado um fator básico para o sucesso: a qualidade das fotos. Se elas estivessem em um ambiente real, em um comércio de rua, seria o equivalente a não atentar para a arrumação das vitrines e da fachada da loja. A empolgação com o negócio também traiu o empresá-rio Jorge Nahas, 30 anos, dono do www.omelhordavida.com.br: “Me precipitei na hora de escolher a agência que criou o nosso site e enfrentei muita dor de cabeça antes de tudo entrar nos eixos”, diz.

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios – em 01.06.2010

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